YALOM, Irvin D. De frente para o sol: como superar o terror da morte. Rio de Janeiro: Agir, 2008.

28/05/2018

pág 15 Na realidade, o ato de esquecer é uma forma de morte sempre presente durante a vida.

pág 20 Todo pesadelo é um sonho no qual a angústia da morte escapou de seu cercado e ameaça o sonhador.

pág 23 A consciência da morte pode servir como uma experiência reveladora, um catalisador extremamente útil para grandes mudanças na vida.

pág 37 Decisões importantes muitas vezes têm raízes profundas. Toda escolha envolve renúncias, e cada renúncia nos faz cientes de limitações e da temporalidade.

pág 37 Heidegger certa vez definiu a morte como a "impossibilidade de novas possibilidades".

pág 48 Como estamos mortos, não sabemos que estamos mortos, e, neste caso, o que há para se temer?

pág 54 Para todo sim há um não, e toda escolha positiva significa ter de renunciar a outras opções. Muitos de nós se recusam a apreender, na plenitude, os limites, a degradação e a perda que são inerentes à existência.

pág 57 Nenhuma mudança positiva pode acontecer na vida enquanto você se agarra ao pensamento de que o motivo para não viver bem está fora de você

pág 57 Nietzsche é amor fati (ame seu destino): em outras palavras, crie o destino que você possa amar.

pág 60 "Torna-te quem tu és"

pág 64 3. O que somos. É apenas o que somos que verdadeiramente importa. Uma boa consciência, diz Schopenhauer, significa mais do que uma boa reputação. Nossa maior meta deve ser a boa saúde e a riqueza intelectual, que levam a uma fonte inesgotável de ideia, à independência e à vida moral. A tranquilidade interna advém da sabedoria de que não são as coisas que nos perturba, e sim a nossa interpretação das coisas.

pág 67 Na verdade, a maior parte do trabalho em psicoterapia é direcionada a ajudar pacientes a aprender a formar relações mais intimas, sustentáveis e duradouras.

pág 68 A empatia é a ferramenta mais poderosa que temos em nossas tentativas de nos conectar com os outros. É a cola das ligações humanas e nos permite sentir profundamente o que outra pessoa está sentindo.

pág 116 Um terapeuta passa a conhecer melhor os pacientes pela observação de seu comportamento nas sessões. Esta é, de longe, a informação mais confiável: tem-se uma experiência direta do paciente, de como ele interage com você e, portanto, de como provavelmente interage com os outros.

parou 125