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12/07/2018


adolescentes/depressão 

Stanley Hall 1844-1924 impulsionado por Darwin estudou adolescentes livro Adolescence 1904 acreditava que os adolescentes eram altamente suscetíveis a depressão em razão da suspeita da rejeição, falhas de caráter, fantasias com amor intangível. Para ele até mesmo o envolvimento com o crime era mais propenso nessa idade. "A adolescencia é a fase em que os piores e os melhores impulsos da alma humana lutram entre si para ganhar terreno" G. Stanley Hall (pág 46 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.) 


aprendizagem

teoria concentrada no behavorismo

John Watson acreditava ainda que era capaz de criar uma criança para ser o que ele quisesse independentemente do talento, aptidões, tendências, habilidadades. (pág 71 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.) 

Entre 1913 e 1920 Wolfgang Kohler observou chipanzes e descobriu que eles não apenas aprendem por recompensa, mas também por insight, comprovando que a resolução de problemas e os processo do aprendizado podiam ser explicados com base na Gestalt (fracasso - pausa -percepção -insight -tentativa) pág 161 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

1949 Donald Hebb explica o processo de aprendizado entre conexões de estímulos e neurônios, e sua repetição as sinapses ficam mais fortes  (pag 163  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

1950 Alan Turing publica Computing Machinery and Intelligence 1 - o cérebro humano como uma máquina organizada que aprende com a experiência.

Piaget e Jerome Bruner acreditavam que a aquisição do conhecimento é um processo que se dá pela experiência, assim como Lev Vygotsky, logo o processo é social e não solitário.  Para adquirir conhecimento é preciso participar e raciocionar de maneira ativa.  (pág 165 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Educação Ativa é resultado do livro de Jerome Bruner de 1960 (o processo de educação), que incentivava que as crianças fossem ativas no processo de edução.


atração 

A teoria da familiariedade é aplicada nas relações pessoais e ficou conhecida como efeito de proximidade, tendemos a construir amizades e relacionamentos romanticos com as pessoas que vemos com regularidade. Interações frequentes entre pessoas podem fazer crescer não só o grau de familiariedade, mas também a impressão de semelhança, criando com isso sentimentos positivos e por fim atração. *pág 235 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

autoestima 

segundo Carol (mind set) a autoestima está relacionada diretamente com o sucesso.

Segundo William James a autoestima tem como base a comparação entre "objetivos alcançados" e "objetivos não alcançados" e pode ser elevada tanto pela diminuição das expectativas quanto pelas conquistas.  pág 100 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Alfred Adler estudou os efeitos positivos e negativos da autoestima, estudando o complexo de inferioridade, para ele sentir-se inferior é uma experiência humana universal, cujas raízes estão na infância. Livros O caráter neurótico, the practive and theory of individual psychology e a ciência da natureza humana.HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)  


autorrealização 

Para Abraham Maslow (1908-1970) a autorrealização é descobrir o verdadeiro propósito na vida. pág 138 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

comportamento

 Burrhus Frederic Skinner o comportamento é aprendido primordialmente a partir dos resultados das ações, o que importa é a consequencia, não depende de um estimo anterior.  pág 80 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Kurt Lewin em 1920 acreditava que o comportamento era resultado tanto do indivíduo quanto do ambiente, tendo se desenvolvido e se transformado nas dinamicas de grupo (pág 220 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

William Glasser (1925) desenvolveu a terapia da escolha ou da realidade, que objetivava solucionar problemas estimulando os clientes a descobrir o que realmente queriam naquele momento e avaliar se o comportamento que haviam adotado aproximava ou distanciava daquele objetivo. Nosso objetivo é aumentar prazer e reduzir dor queremos pensar e nos comportar do jeito que nos faça sentir melhor.  Para ele existem cinco necessidades geneticamente codificadas: sobrevivência, amor e pertencimento, poder, liberdade e diversão e todas elas estão relacionadas com o próximo por isso somos seres sociais.(pág 241 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


condicionamento 

Edward Thorndike 1874 criou o condicionamento instrumental (uso de ambiente criado para que o sujeito receba determinado estímulo ou tarefa).   pág 63 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Edward Thorndike 1874 desenvolveu a lei do efeito - a resposta a uma situação que traz resultado satisfatório apresenta maior probabilidade de ocorrer novamente. (conexão entre estimulo e resposta) pág 64 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

conformismo

Solomom Asch (1907-1996) desenvolveu o paradigma de Asch e demonstrou que  quando confrontadas por uma opinião dominante, a tendência das pessoas à conformidade pode ser mais forte do que suas próprias convicções. pág 224 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

consciência

Wundt  Consciência é uma experiência interna, e e deve ser iniciada da auto-observação e pelo registro de experiências. Wundt escreveu fundamentos da psicologia fisiológica. 

Wundt todos os seres vivos possuem consciencia. toda consciencia tem origem nas sensaçoes.

Consciência = representação (percepção de imagens mentais e intuições), vontade e sentimentos (controlados através de auto-relatos (pág 46 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

culpa 

As pessoas sentem-se mais confortáveis quando pensam que podem controlar as próprias vidas. A crença de um mundo justo leva acreditar que as pessoas recebem o que merecem, criando assim a culpabilidade da vítima (pág 242 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)  

crença 

 William James acreditava que as crenças podem ser alteradas ao longo da vida pág 44  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

 Segundo Pierre Janet 1903 - acontecimentos traumáticos geram crenças emocionais que podem influenciar as emoções e os comportamentos dos indivíduo pág 104 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Karen Horney acredita que ambiente não saudáveis criam crenças não saudáveis e que portanto não são crenças próprias do "eu verdadeiro" mas sim do "eu ideal" que são impraticáveis e induzem a infelicidade profunda.  pág 110 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

1955 George Kelly publica The psychology of personal constructs para ele construtos são crenças a respeito do mundo e das pessoas.

1957 Leon Festinger publica Teoria da dissonancia congnitiva  - os seres humanos tem um impeto natural para a consistência de crenças

depressão

Para Dorothy Rowe (1930) se as pessoas parassem de se culpar por coisas que aconteceram em suas vidas a taxa de depressão cairia muito. 

A crença do mundo justo nos faz sentir culpados pelo que dá errado. pág 154 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

1967 Aaron Beck concebe a TCC em Depressão:causas e tratamento.  Não é a situação que causa depressão, mas a percepção que o paciente tem da situação. Um novo cargo pode ser encarado com desafio ou como recompensa. Aarron questionava a eficácia da psicanálise uma vez que os resultados não podiam ser comprovados e ainda que dependiam do auto-relato do paciente. (pág 177  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


p. 45 niveis anormais de norepinefrina estão associados a depressão. (o corpo guarda marcas) 

dessensibilização sistêmica  

Joseoh Wolpe 1915-1997 cria a dessensibilização sistêmica - se uma pessoa esta relaxada não pode estar angustiada - para curar fobias. pág 86 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


dissonancia cognitiva

leon Fesinger escreveu em 1962 a teoria da dissonancia cognitiva -  a dissonancia cogntiva torna um homem de convicções profundas, incapaz de mudar de opinião diante de uma contradição, tornando-o imune a evidências e argumentos racionais. (pág 167 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 201


emoções

 teoria das emoções James-Lange as emoções derivam das percepções da mente consciente acerca das nossas condições fisiológicas. pág 43  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

 John Watson acreditava que as pessoas tinham três emoções fundamentais - medo, raiva e amor e que esses sentimentos podem ser associados a objetos por meio do condicionamento estímulo-resposta, caso pequeno Albert. pág 69 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Gordon H, Bower (1981 mood and memory) descobriu que eventos e emoções são armazenados juntos na memória, quando estamos de bom humor prestamos mais atenção na informação que mais se ajusta ao nosso humor (pag 194 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Em 2003 Paul Ekman publica a linguagem das emoções e defende que elas podem ser mais fortes do que os pulsos freudianos, pois as reações ocorream antes da consciência registrar a causa da emoção.   (pag 197 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

Em 1980 Robert Zajonc (1923-2008) em artigo publicado "Feeling and thinking" argumenta que os sentimentos e os pensamenots são totalmente independentes um do outro. Os sentimentos não só precedem os pensamentos na complexa operação de reposta e estímulo, como são também, o fator determianndo mais significativo para a tomada de atitudes e decisões do individuo  (pag 233 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

O cheiro é a forma mais poderosa e natural de nos fazer sentir bem. Todos os cheiros são relacionados com emoções e o cheiro consegue nos transportar para lugares (Dawn Goldworm How to control emotion and influence behavior TEDxEast (https://www.youtube.com/watch?v=MOQcSzkKfbs acesso 16 de julho de 2018)


ver desensibilização sistemica 

ver emoções positivas - resiliência

ver tomada de decisão

esquizofrenia 

 Emil Kraepelin 1856-1926 demencia precoce = esquizofrenia pág 31  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.) 

 Pierre Janet (1859-1947) distúrbio da dissociação, alguns processos mentais se separam da consciência do individuo ou de sua personalidade cotidiana,  pág 54 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012

p. 45 nivies anormais de dopamina estão associados a esquizofrenia (O corpo guarda marcas)

expressões

Em 1992 Paul Elkman afirma que algumas expressões são universais e portanto biológicas.

familia 

Virgínia satir 1916-1988 a família é a fábrica onde as pessoas são feitas. Para ela a força dos relacionamentos compassivos e estimulantes é fundamental para o desenvolvimento de psiques bem ajustadas.
Os cinco papéis mais usados pelas famílias em momento de stress : distraídos (desvia o foco), computador ( intelectual distante), nivelador (se comunica de maneira honesta e direta) acusador (falhas e críticas) apaziguador (pede desculpas)

(pág 146  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.) ) 

felicidade

 Sec 5 a.c. Sócrates a chave para a felicidade é descobrir o "verdadeiro eu"  pág 26  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.

Para Aristóteles eudaemonia é a busca da vida feliz.

Contrario ao eu verdadeiro de Socrates, o eu verdadeiro de Horney , Froom chama de self verdadeiro. 

 Fritz Perls - . Externar as expectativas que outras pessoas tem a nosso respeito para encontrarmos o verdadeiro eu.  pág 132 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.

Melanie Klein não acreditava na felicidade, em razão do combate entre a vontade de viver e a vontade de morrer, sendo o ideal como tolerar essa disputa. ensinava as crianças através de brincadeiras.  pág 108 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 201

Martin Seligman um dos responsáveis pela teoria da psicologia positiva acredita que devemos focar em nossos pontos fortes e que o florescer decorre de emoções positivas, engajamento, relacionamento positivo, realização e propósito. Pessoas felizes eram muito sociais e tinham um relacionamento (pág 201  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 201

hábitos

Leon Festinger (1919-1989) acredita que as pessoas buscam sempre ordenar o seu mundo com integridade, para isso criam hábitos e rotinas que quandro quebrados geram insegurança - dissonancia cognitiva - Para evitar isso é necessário estabelecer um equilibrio entre as convicções e as evidências. (pág 167 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 201

ver dissonancia cognitiva



ver crenças

hipnose

 hipnose teria tido inicio com Avicena (médico persa em 1027 depois de cristo no livro O livro da cura.( pág 22  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


idéias

Johann Friedrich Herbat - 1.800 - idéias (pensamentos, imagens mentais e estados emocionais) formam-se pela combinação das informações provenientes dos sentidos. pág 24 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)


inconsciente 

teoria da psicanálise  - desensolvimento da primeira infância

inconsciente coletivo

Psicologia Analítica - Carl Jung - os mitos e símbolos são surpreendentemtente semelhantes em todas as culturas do mundo, logo devem ser resultantes de conhecimentos e das experiências que compartilhamos na memória preservada no inconsciente coletivo. Não acredita em instinto. A psique é formada de ego, o inconsciente e o inconsciente coletivo. pág 104 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

inteligência 

 Alfred Binet - teste de inteligencia só mede as habilidades mentais de um individuo em determinada hora, a inteligencia varia ao longo da vida. pág 41 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

Geoffrey Miler afirma que a inteligência humana é determinada pela seleção sexual em 2000 livro A mente seletiva. (pág 211 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

instinto

 ZIng-Yang Kuo 1898-1970 demosntrou que o instinto pode ser modificado, criando ratos com gatos.pág 75 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012

imprinting

Konrad Lorenz 1903-1989 identificou o imprinting entre aves recem nascidas e o primeiro objeto em movimento que veem (inclusive suas botas de borracha) pág 77 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012


meditação

500 a.c. Siddhartha Gautama (o Buda) define a atenção plena como o sétimo passo entre os oito que compõem o Nobre Caminho Óctuplo para acabar com o sofrimento. pág 210 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012 desenvolvido pelo psicologo Jon Kabat Zinn.


mente

Rene Descartes acredita que a mente esta dentro da glândula pineal. pág 21 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


memória

 Hermann Ebbinghaus 1850-1909 - memória experimentos demonstraram que o esquecimento é mais rápido nas primeiras nova horas, responsável pela curva do esquecimento.

Conteúdos esquecidos podem ser reaprendidos com mais rapidez do que novos conteúdos conteúdos significativos sao lembrados por cerca de dez vezes mais tempo aprendizagem repetida durante um intervalo maior de tempo intensificam a memória. pág 48 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

Bluma Zeigarnik (1901-1988) descobre que interromper uma tarefa aumenta as chances de nos lembrar dela e com isso cria intervalos entre estudos (pag. 162 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

Endel Tulving 1927 - descobriu que existem dois tipos de memórias semanticas (fato) e episódica (acontecimentos) e descobriu que quanto maior o elo entre memórias autobiográficas e a época em que ocorreram maiores as possibilidades de acessá-las  (pag. 190 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)

1978 Gordon H. Bower a recuperação da memória sofre influência do estado de humor.

George Armitage Miller (1920-) Antes de ser armazenada pela memória de longo prazo a informação é processada pela memória de trabalho. A memória de trabalho tem capacidade limitada, mas se a informação for organizada em blocos ou padrões com significados então é mais fácil armazená-los. (pag 170 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012)  

Elizabeth Loftus (1944 -) conseguiu comprovar no livro Eyewitness Testemony em 1979  que é possível através de perguntas sugestivas e hipnose alterar a memória de eventos (pag 206 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012). Escreveu o livro The formation of false memories em 1995

2001 Daniel Schacter livro os sete pecados da memória descreve como a memória pode cometer erros: transitoriedade (deterioração da memória), distração (erro de seleção de armezenamento), bloqueio (impossibilidade de lembrar de algo, "na ponta da lingua", atribuição equivocada (esquece a fonte de origem da informação), sugestionabilidade (influencias externas), distorção e persistência (funciona bem demais).(pag 209 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012).


motivação

Para Abraham Maslow (1908-1970) . Na piramide das necessidades destaca as motivações por deficiência: necessidades fisiológicas, segurança, amor e autoestima (ter conquistas e ser reconhecido). seguida das motivadas por crescimento: cognitiva, estética, autorealização (alcançar o seu potencial) e autotranscendia (ajudar os outros) pág 138 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.) 

percepção

1947 o pensamento motivado afeta a percepção jerome Bruner e Cecile Goodman (Value as need as organizing factores in perception)

1958 Donald Broadbent publica Perception and comunication apresenta modelo cognitivo de processamento de informação 




personalidade -

O médico grego Hipócrates afirma que características dos quatro elementos têm correspondência nos fluídos corporais.

Galeno expandiu a teoria do humorismo para uma teoria da personalidade, para ele, havia uma relação direta entre os níveis dos humores no corpo e as inclinações emocionais e comportamentais - ou "temperamento".

Os quatro temparamentos de Galeno - sanguíneo, fleumático, colérico e melancólico - estão relacionados ao equilíbrio dos humores no corpo.

Se algum dos humores se desenolve demais, o tipo correspondemte de personalidade passa a dominar.

  • Melancolico - triste, medroso, deprimido, poético e artistico
  • Fleumático - lento, quieto, timido, racional e coerente
  • Colérico - impetuoso, energético e apaixonado
  • Sanguìneo - afetuoso, alegre, otimista e confiante 

(pag. 18 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)   

Hans Eysenck em 1947 relacionou os temperamentos na personalidade de extroversão e de neuroticismo. (pag 20 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

 Francis Galton 1822-1911 A personalidade é composta de natureza (herdamos) e criação (experiencia). Podemos aprimorar nossas habilidades e aptidões por meio de treinamento e aprendizado mas a natureza define os limites até os quais podemos desenvolver nossos talentos. pág 28 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

 Harry stack Sullivan the interpersonal theory of psychiatry as pessoas são produtos do meio.  P 146 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)


raciocínio

É o ato de processar informações segundo a psicologia cognitiva (pág 165  HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)  

realidade

Criatividade exige coragem de se desapegar das certezas. 

Gestalt Fritz Perls 1893 A verdade só pode ser tolerada se desoberta por conta própria. Immnuel Kant - nunca sabemos o que esta realmente do lado de fora de nós mesmos, pois o nosso conhecimento é limitado as fronteiras da mente e dos sentidos. Nossa realidade é criada por nossa percepção. pág 114 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

ao assumir a responsabilidade por suas noções perceptivas da realidade, os pacientes podem criar a realidade que bem entendessem. O passo mais importante é aprender a cultivar a consciência e concentrá-la sobre os sentimentos correntes para compreender as emoções os pensamentos verdadeiros. Não se deve culpar outras pessoas ou outras coisas por nossos sentimentos, devendo trocar eu não posso...por eu não quero. pág 116 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

resiliência

Boris Cyrulnik (1937) estudou porque as pessoas se comportam de modo diferente frente a desafios. Para ele a resiliência não é uma característica inerente à pessoa mas algo construído por meio de um processo.    Emoções positivas e humor são fatores essenciais na resiliência.  pág 152/153 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

sentido

 A capacidade de encontrar sentido para a vida é uma caracterstica que define a espécie humana (Erich Fromm).  pág 126 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)  

O homem so existe se unido a outros ou se unido a natureza. 

Encontrando o seu propósito o homem pode superarar sua sensaçao de isolamento e alienação.  pág 127 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

serotonina

p. 51 a sensibilidade da amigdala dependia, ao menos em parte, do volume de serotonina, um neurotransmissor, naquela parte do cérebro. Animais com baixo níveis de serotonina eram hiper-reaticos a estímulos estressantes, níveis mais altos amorteciam o ssitema de medo,reduzindo a probabilidade de se tornarem agressivos. (o corpo guarda trauma) Jefrey Gray

tomada de decisão

Em 1979 teoria da perspectiva -Daniel Kahneman estudou como tomamos decisão em momentos de incerteza e que tendemos a superestimar a probabilidade de coisas que tem pouca chance de acontecer  e submestimar a probabilidade do que tem muita chance de ocorrer (ex. carro é mais seguro que avião) criando o campo da psicologia e a economia comportamental. (artigo Toward a positive theory of consumer choice - Richard Thaler)

Em 1980 Robert Zajonc  sugeriu ao contrário do que se imaginava que as decisões não são pautadas pela razão ou lógica, mas em emoção.  Todas nossas percepções vem acompanhadas de afeto ou sentimento. Desenvolveu a teoria da familiaridade, quanto mais se ve algo mais se gosta do que se ve. (pag. 234 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

transtorno obsessivo-compulsivo

Paul Salkovskis (1950- ) ensina que o transtorno obsessivo-compulsivo relaciona-se aos pensamentos indesejados e inoportunos que nos ocorrem de vez em quando (pag. 212 HERMETO, Clara M.; MARTINS, Ana Luisa. O livro da psicologia. São Paulo: Globo, 2012.)

valores

virtudes

virtudes e sofrimentos estão relacionados, menos virtude mais sofrimento















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